A fundadora do movimento "Black Money"
no Brasil, Nina Silva.
Imagem: Divulgação/ Alexandre Maciel.
Combater as "estruturas de influência e poder" que "limitam a entrada e a manutenção" de pessoas negras no mercado de trabalho brasileiro é o principal objetivo de um novo movimento liderado por empreendedoras afrodescendentes.

Os negros movimentam cerca de R$ 1,7 trilhão por ano no país, mas ainda recebem em média R$ 1.200 a menos que os trabalhadores brancos.

Escolhida em 2019 como uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil pela revista “Forbes” e uma das 100 afrodescendentes mais influentes do mundo, segundo a ONU, Silva viveu na pele o racismo desde que era menina.

“Toda vez que eu despontava em algo, as mães dos outros alunos viam como uma ajuda extracurricular da escola, porque eu era a única aluna negra”, comentou a empresária, que nasceu há 36 anos em uma das maiores favelas do Rio de Janeiro.

Apesar de sua curta vida e do fato de ainda estar em fase de implementação, o movimento “Black Money” já colheu conquistas expressivas em pouco mais de dois anos.

"Hoje sabemos quais são as marcas que atuam a favor do meio ambiente, mas ainda não sabemos quais são as que atuam a favor da inserção racial nas empresas", explicou a fundadora do movimento "Black Money" no Brasil, Nina Silva, em entrevista à Agência Efe.

Com informações de Agência EFE.

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