Para atender a tantas demandas, a conexão precisa ser de qualidade. Outro alerta é para os cuidados com o compartilhamento do wi-fi
Caso seja cometido algum crime virtual, como pedofilia, ataques hackers ou venda de produtos ilícitos, o proprietário da estrutura de wi-fi utilizada deve ser capaz de, por meio do registro do Protocolo de Internet (IP) dos usuários, comprovar o autor do crime.
Foto: Pixabay.
Usar smartphone, notebook, tablet e tv ao mesmo tempo faz parte das férias de toda família. Mas com tantos dispositivos conectados, menor a velocidade disponível em cada um e aí começam os problemas.

“Em uma residência é preciso levar em conta quantos usuários a velocidade contratada será capaz de atender satisfatoriamente, considerando o tipo de transmissão de dados demandada e o elevado volume de equipamentos que precisam de internet para funcionar. A partir dessa avaliação, o serviço de fornecimento de internet é dimensionado”, explica Renato Souza, especialista em Tecnologia da Loga Internet, provedora de internet por fibra óptica, a internet ultrarrápida.

Outra orientação importante para esta época em que muitas famílias recebem visitas é sobre o compartilhamento da rede wi-fi, aparentemente inofensivo, mas que esconde inúmeros problemas, podendo resultar na perda de dados e até em um crime cibernético.

“As redes podem ser facilmente invadidas por cibercriminosos dispostos a capturar informações dos dispositivos, incluindo senhas e dados bancários”, alerta Renato. Segundo dados do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação, o Cetic, 18% dos domicílios no país só se conectam graças à internet do vizinho.

Vale lembrar que desde 2014 está em vigor o Marco Civil da internet, que estabelece os direitos e deveres do usuário, além de suas penalidades. Caso seja cometido algum crime virtual, como pedofilia, ataques hackers ou venda de produtos ilícitos, o proprietário da estrutura de wi-fi utilizada deve ser capaz de, por meio do registro do Protocolo de Internet (IP) dos usuários, comprovar o autor do crime. “Se ele não dispor de um sistema com essa funcionalidade, será responsabilizado criminalmente. Uma dica é sempre trocar a senha da internet”, explica o especialista da Loga Internet, presente em Vila Velha e vários outros municípios do Espírito Santo e em Teixeira de Freitas na Bahia.

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