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Aposta em tons terrosos na decoração é um regate as origens

A paleta de cores representa uma reaproximação com a terra e pode ser vista tanto em pinturas como nos móveis
Apartamento de Fernanda Bedran  o projeto é do arquiteto Flávio Zamborlini.
Versatilidade é a palavra-chave quando se trata de usar tons terrosos na decoração de ambientes. Marrom, areia, bordô, caramelo, ocre, cobre, coral, rosa queimado, terracota, nude e suas variações estão nesta lista de cores que deixam os espaços aconchegantes e com vontade de chegar e ficar. A explicação para isso, possivelmente, está na conexão e reaproximação com a terra e nossas origens.

De acordo com o arquiteto Flávio Zamborlini a tendência vai bem tanto nas paredes, quanto nos móveis da casa. “Para não correr o risco de deixar o cômodo escuro, uma dica é, além de mesclar com tons mais claros, aplicar os tons terrosos em ambientes com boa iluminação natural”, orienta.

Para muitos especialistas, este estilo conversa bem com todas as estações e não é afetado pelo tempo, sendo também considerada uma arquitetura sustentável, já que traz um aspecto mais natural para os ambientes. E um dos motivos da ascensão dos tons terrosos é exatamente essa característica de proporcionar mais tranquilidade e uma conexão com a natureza.

Nesta linha, a consultora da Móveis Conquista, Adriana Lovatto, aponta que uma sugestão pode ser utilizar a madeira da decoração. “Essas cores funcionam muito bem em salas de estar, jantar e quartos, e também podem ser usadas em cozinhas, varandas, seja com um móvel ou como parte da pintura”, indica.

Para ambientes pequenos, o arquiteto Flávio Zamborlini recomenda usar os tons terrosos mais escuros. “Eles devem ficar restritos a uma ou duas paredes no máximo. A ideia com isso é não tornar o ambiente pesado demais”, sugere.

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