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Nova tecnologia para rinoplastia chega ao estado

Há alguns anos, a rinoplastia tem evoluído muito, especialmente na última década, deixando de ser uma cirurgia para a retirada de tecido do nariz e feita sem muita precisão para se tornar um procedimento de estruturação e delicadeza, tornando-se um tratamento para diversos tipos de diagnósticos. E, recentemente, mais uma inovação foi apresentada com a utilização de um instrumento com uma precisão milimétrica de corte e modelação das estruturas nasais para proporcionar um resultado ainda mais satisfatório para o paciente.
O cirurgião plástico Fabricio Regiani realizou no último dia 30 de dezembro uma cirurgia de rinoplastia ultrassônica, no Espírito Santo. "Este tipo de operação oferece uma precisão muito maior, em que possibilita o corte na parte óssea, sem afetar os tecidos. Por isso, ela reduz o sangramento e também gera menos hematomas, inchaços e um pós-operatório mais confortável", explica.
A empresária Bruna Sales realizou o procedimento com o médico para uma correção de uma disfunção respiratória e rinoplastia. "Nunca tinha feito cirurgia. Na verdade, o que me levou a fazer essa foi a busca por saúde e qualidade de vida e a minha disfunção respiratória era bem acentuada, me atrapalhava a dormir, fazer atividades físicas e trabalhar. Mas, como o formato do meu nariz me incomodava também, planejei fazer as duas coisas de uma vez", explica.
Ela conta também que, apesar do pouco tempo da cirurgia, já percebe os resultados. "Eu estou muito melhor do que eu imaginei. Meu pós-operatório está sendo bem melhor do que me falaram, já que eu tenho uma fama de ser muito sensível. Também não fiquei entupida, como falaram que poderia ocorrer, e só tive um pequeno sangramento no hospital mesmo. Estou muito satisfeita com o resultado e sentido melhor o cheiro das coisas", acrescenta.
Segundo Fabricio Regiani, a Rinoplastia Ultrassônica apresenta muitas vantagens, como: um menor trauma operatório, maior precisão e maior controle dos elementos nasais na cirurgia e menos edema pós-operatórios e estruturação mais confiável a longo prazo, entre outros benefícios.
"O Piezo, que é o instrumento utilizado, aumentou muito as possibilidades cirúrgicas, dentre eles, novos enxertos, melhor tratamento do septo e técnicas refinadas, como: a osteoplastia (em lugar das tradicionais fraturas) e os estabilizadores ósseos. Desta forma será possível conseguir melhores resultados para um número maior de pessoas e por longo prazo", comenta.


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