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Hospital Evangélico de Vila Velha reforça treinamento de funcionários como medida de prevenção ao coronavírus

Com intuito de capacitar as equipes quanto às medidas de prevenção e controle da pandemia, a iniciativa começou no final de fevereiro

O crescimento do novo coronavírus (Covid-19) em meio à pluralidade das informações, que mudam a cada instante, exige do profissional de saúde um cuidado redobrado sobre o tema. Por esse motivo, o Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV) adotou, dentre outras medidas de combate à doença, uma série de treinamentos para os funcionários da instituição.

Com intuito de capacitar as equipes quanto às medidas de prevenção e controle da pandemia, a iniciativa começou no final de fevereiro e contou com apoio dos gestores assistenciais e das equipes de Serviço e Controle de Infecção Hospitalar, Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, e Educação Continuada.

Para a gerente Assistencial Hospitalar do HEVV, Lívia Silveira, ter uma equipe engajada nesse momento crítico é fundamental. “Desenvolvemos os treinamentos para que os nossos profissionais estejam preparados e capacitados no enfrentamento dessa pandemia, prezando pela segurança ocupacional e oferecendo aos nossos pacientes um cuidado seguro de qualidade no atendimento”, reforça.

A instituição priorizou abordagens sobre a epidemiologia, definição de casos suspeitos, medidas de prevenção e controle, contingências realizadas pelo hospital, higienização das mãos, uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI), protocolos, coletas de amostras, dentre outros temas que seguem as recomendações das autoridades de saúde.

Todos os funcionários da área assistencial, corpo clínico, setores de apoio e administrativo estão em treinamento. A ideia é manter esse trabalho educativo ao longo do período crítico da pandemia. “Muitos são os desafios, porém, temos observado nossas equipes cada vez mais capacitadas e preparadas para atender o paciente. Os funcionários aprovaram a medida, as dúvidas estão sendo sanadas e eles se sentem envolvidos no processo”, esclarece a gestora Lívia Silveira.

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