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Bolsonaro ora ajoelhado em frente ao Alvorada no “Dia de Jejum” pela nação

Após o presidente Jair Bolsonaro ter pedido para que os brasileiros “de fé” fizessem neste domingo (5) um dia de jejum e oração pelo país, diferentes lideranças evangélicas começaram a convocar para que os fiéis aderissem. A convocação logo se espalhou pelas redes sociais e teve uma grande adesão.

Pouco depois das 18 horas, ele atendeu os populares que estavam em frente ao Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência. Entre eles estavam um padre e um pastor. Após comentar sobre as dificuldades que os brasileiros têm enfrentado por não conseguirem trabalhar,  Bolsonaro comentou sobre o jejum.

Ele reafirmou sua fé em Deus e disse que estava “entregando” o jejum, como muitos outros faziam naquela hora em todo o país. A atitude do presidente é histórica, expondo mais uma vez sua busca pela bênção de Deus sobre o Brasil.

O pastor Miguel Ângelo, do Distrito Federal, e um padre que se identificou como Pedro – nascido na Polônia, mas que vive há muitos anos aqui e tem “sangue verde e amarelo” – conversaram com o mandatário da nação. Tudo foi transmitido ao vivo nas redes sociais do presidente.

Depois de compartilhar uma mensagem e ler o texto de Filipenses 2:5, o pastor pediu que os presentes se ajoelhassem e orassem juntos pela nação. Na sequência, cantaram um trecho do hino “Minha Pátria para Cristo”, cujo refrão diz “Salve Deus a minha Pátria, Minha Pátria varonil. Salve Deus a minha terra, Esta terra do Brasil”.

Bolsonaro e o deputado federal Hélio Lopes (RJ), que o acompanhava, também se ajoelhou e , juntamente com o padre, o pastor e os fiéis, intercederam pelo país. Não apenas para que sejamos livre do coronavírus, mas também pelo futuro da nação, representada por uma criança que estava com os populares.

Após receber as orações, o presidente conversou rapidamente com os presentes e ouviu palavras de apoio.

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