POLÍCIA Polícia Civil - BA
Ação integrada entre as polícias civis do DF e da Bahia resulta em prisões por fraudes eletrônicas
Equipes da Polícia Civil da Bahia (PCBA) atuaram em conjunto com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta quinta-feira (29), durante a def...
29/10/2026 13h00
Por: Redacão Fonte: Polícia Civil - BA

Equipes da Polícia Civil da Bahia (PCBA) atuaram em conjunto com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta quinta-feira (29), durante a deflagração da Operação Nêmesis, que investiga uma associação criminosa suspeita de cometer fraudes eletrônicas contra clientes de uma instituição financeira.

Em Salvador, foram cumpridos dois mandados de prisão e mandados de busca e apreensão. Em Itabuna, no sul da Bahia, um homem de 37 anos foi preso em cumprimento a um mandado de prisão temporária. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos bairros Mangabinha e Centro.

Operação Nêmesis

Coordenada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC/DECOR), da PCDF, a operação cumpriu oito mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão, expedidos pela Justiça do Distrito Federal. As ações ocorreram simultaneamente em Brasília, Salvador e Itabuna, com a participação de mais de 60 policiais civis.

Na Bahia, participaram equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Itabuna (DRFR/Itabuna).

De acordo com as investigações, entre janeiro e julho de 2025, o grupo realizou transações eletrônicas não autorizadas utilizando dados de aproximadamente 400 cartões de crédito de clientes de uma instituição financeira cooperativa, causando prejuízo estimado em R$ 3 milhões.

Uma então funcionária da instituição teria utilizado seu acesso ao sistema para obter códigos de autenticação de compras e repassá-los a outros integrantes do grupo. Os valores eram movimentados por estabelecimentos comerciais e contas bancárias para dificultar o rastreamento dos recursos, inclusive por meio da conversão em criptoativos.

As investigações prosseguem sob responsabilidade da PCDF, com análise dos materiais apreendidos e identificação de possíveis outros envolvidos. Os presos na Bahia permanecem à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Henrique Coelho / Ascom-PCBA

Fonte/Crédito: Ascom - PCBA